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Ômicron fará covid-19 sair da fase pandêmica, avalia órgão regulador europeu

Publicada em 12/01/22 às 07:42h - 27visualizações

por AFP


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A Agência Europeia de Medicamentos afirmou, nesta terça-feira, que \'o aumento da imunidade na população e com a ômicron circulando\' o cenário de fim da pandemia e início de uma endemia está mais próximo. Mas o órgão alertou para a sobrecarga nos si  (Foto: Atish PATEL)

Embora a covid-19 ainda esteja em sua fase pandêmica, a propagação da variante ômicron vai transformá-la em uma doença endêmica com a qual a humanidade poderá aprender a conviver, anunciou ontem, terça-feira (11) a agência reguladora europeia.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) também expressou suas dúvidas quanto à administração de uma quarta dose à população, afirmando que a aplicação reiterada de doses não seria uma estratégia "sustentável".

"Ninguém sabe quando vamos ver a luz no fim do túnel, mas vamos chegar lá", declarou Marco Cavaleri, diretor de estratégia vacinal da EMA, com sede em Amsterdã.

"Com o aumento da imunidade na população - e com a ômicron, haverá muita imunidade natural além da vacinação -, nós avançamos rumo a um cenário que será mais próximo da endemicidade", acrescentou Cavaleri durante uma coletiva de imprensa.

Mas, destacou, "não devemos nos esquecer que estamos ainda em uma pandemia".

O braço europeu da Organização Mundial da Saúde também considera que agora é impossível qualificar o vírus como endêmico, assim como o da gripe.

"Nós ainda temos um vírus que evolui rapidamente e que traz novos desafios. Portanto, não estamos no ponto de poder qualificá-lo de endêmico", afirmou a encarregada de situações de emergência da OMS na Europa, Catherine Smallwood.

Mais da metade dos europeus poderão ser infectados pela variante ômicron daqui a dois meses, em virtude da onda atual, segundo a OMS Europa.

Este último também preveniu que combater a pandemia de covid-19 à base de doses de reforço das vacinas atuais não seria uma estratégia viável, uma avaliação compartilhada pela EMA.

"Se nós tivermos uma estratégia na qual damos doses de reforço a cada quatro meses, acabaremos tendo potencialmente problemas de resposta imunológica", declarou Cavaleri.

"E, em segundo lugar, certamente há o risco de fadiga da população com a aplicação contínua de doses de reforço", acrescentou.

Seria melhor os países começarem a pensar a espaçar os reforços em intervalos mais longos e administrá-los no começo do inverno, como a vacina contra a gripe, destacou.

Embora a ômicron pareça mais contagiosa do que as outras variantes, estudos mostraram um risco menor de hospitalizações por esta cepa, avaliado entre um terço e metade do risco de internações com a variante delta, segundo a EMA.




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