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A carta que levou 100 anos para chegar ao destino

Publicada em 18/02/23 às 06:30h - 206 visualizações

BBC News


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A carta que levou 100 anos para chegar ao destino
A carta é endereçada a Katie Marsh, esposa de um magnata dos selos  (Foto: FINLAY GLEN)

Uma carta escrita em fevereiro de 1916 finalmente chegou a seu destinatário, um apartamento no sul de Londres, mais de 100 anos depois de ser enviada.

O envelope, que tem carimbo postal da cidade de Bath, no sudoeste da Inglaterra, e um selo 1d (1p) com a cabeça do rei George V, chegou ao apartamento do diretor de teatro Finlay Glen, que mora na rua Hamlet Road, em Crystal Palace.

"Ficamos obviamente muito surpresos e perplexos sobre como isso poderia ter ficado parado por mais de 100 anos”, disse Glen, que recebeu a carta em 2021 e a manteve em uma gaveta.

O Royal Mail, serviço de correio do Reino Unido, afirmou que é "incerto o que aconteceu neste caso".

A carta foi enviada dois anos antes do racionamento da Primeira Guerra Mundial ser decretado.

O rei George V estava no trono havia cinco anos. Os futuros primeiros-ministros Harold Wilson e Sir Edward Heath nasceram no final daquele mesmo ano.

Embora seja crime abrir uma correspondência não endereçada a você, de acordo com a Lei dos Serviços Postais de 2000, o diretor Finlay Glen disse que sentiu que era "justo" abrir a carta, uma vez que ela é de 1916, não de 2016.

Glen, de 27 anos, acrescentou: "Se cometi um crime, peço desculpas".

A carta foi escrita para "minha querida Katie", esposa do magnata local Oswald Marsh, de acordo com Stephen Oxford, editor da Norwood Review, uma revista trimestral de história da região.

Oswald Marsh era um negociante de selos altamente conceituado, frequentemente chamado como especialista em casos de fraudes de selos.

A carta foi escrita por Christabel Mennell, filha do rico comerciante de chá Henry Tuke Mennell, que estava de férias na época.

Na carta, Mennell afirmou que se sentiu "muito envergonhada de mim mesma depois de dizer o que disse" e que estava se sentindo "muito mal aqui com um resfriado muito forte".

Oxford afirmou que a carta é um documento histórico. "É muito incomum e, na verdade, bastante emocionante ter essa pista sobre a história local e as pessoas que viviam em Norwood, que era um lugar muito popular para a classe média alta no final do século 19".

"Crystal Palace gerou um grande fluxo de pessoas muito ricas e, portanto, descobrir sobre alguém que se mudou para a área possivelmente por esse motivo é absolutamente fascinante", afirmou o editor.

Questionado sobre o que faria se os parentes do remetente ou do destinatário entrassem em contato, Glen respondeu: "É uma peça incrível da história familiar deles. Se eles quiserem, vou devolvê-la".

A história apareceu pela primeira vez no jornal South London Press na quarta-feira.

Um porta-voz do Royal Mail disse que “incidentes como este acontecem muito ocasionalmente, e não temos certeza do que aconteceu neste caso".

"Gostamos muito que as pessoas fiquem intrigadas com a história desta carta de 1916, mas não temos mais informações sobre o que pode ter acontecido”, completou.




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