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Política

Duas traições em menos de 24 horas

O que Glêdson Bezerra (PODE) diz não tem validade.

Publicada em 17/05/22 às 03:18h - 521 visualizações

Fábio Souza Tavares


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Duas traições em menos de 24 horas
 (Foto: Fotomontagem/Fábio Souza Tavares)

Certa vez peguei uma carona com um vereador que me falou que Glêdson Bezerra (PODE) não seria eleito prefeito. E, se fosse, faria uma péssima administração. "Você não conhece Glêdson", disse-me convictamente. O vereador estava certo.

Naquele dia, como boa parte do eleitorado que votou no atual prefeito e está arrependida, eu ainda pensava que Glêdson proporcionaria uma virada histórica na administração da Prefeitura e na forma de fazer política em Juazeiro do Norte/CE. Lamentável engano.

Tão logo chegou ao Executivo municipal juazeirense, Glêdson traiu tudo aquilo que falou em palanque. Eu, que estabeleci minha ruptura com sua candidatura em meio ao processo eleitoral, não me surpreendi. Seu histórico de traição não começou em 1º de janeiro de 2021.

Na eleição da mesa diretora da Câmara Municipal para o biênio 2017-2018 existiam duas chapas: a de situação, fechada com o então recém eleito prefeito Zé Arnon, tinha apoio de dez vereadores e era encabeçada por Darlan Lobo; a de oposição também tinha apoio de dez vereadores e era encabeçada pelo Capitão Vieira. Glêdson Bezerra seria o fiel da balança.

Na véspera da eleição, Glêdson jurou votar em Darlan Lobo e disse que seu voto era certo. Entretanto, no outro dia, foi procurado pelo Capitão e vereadores do seu grupo. Perguntado se votaria no Capitão, sua resposta foi categórica: "Não". Mas perguntado se votaria nele mesmo para presidente, afirmou: "Lógico". Pronto. Darlan fora traído.

A condição para que recebesse os votos do Capitão e dos outros nove vereadores do grupo era a de ser oposição ao prefeito Zé Arnon. Glêdson oportunista concordou. Mas tão logo foi eleito presidente da Câmara Municipal disse enfaticamente: "Eu sou governo". Pronto. O Capitão e mais nove vereadores foram traídos.

Glêdson apoiou Zé Arnon durante os dois anos em que foi presidente da Câmara e o blindou de todas as denúncias. Motivo: Tinha aproximadamente 200 portarias na Prefeitura espalhadas por várias Secretarias, principalmente na Saúde e na Educação.

Glêdson, mal visto pelos colegas vereadores, sequer tentou sua reeleição à presidência da Casa, pois sabia que seria derrotado. Começou, então, seu plano para chegar à Prefeitura. Dormiu com Zé Arnon e acordou no dia seguinte sendo o maior opositor do então prefeito. Pronto. Arnon fora traído.

Portanto, de traição em traição, Glêdson Bezerra vai lotar um caminhão. Pergunta: Quem será o próximo a ser traído?




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1 comentário


Neurian Jota pinheiro

18/05/2022 - 06:50:27

Só se enganou com a falsa moralidade do atual prefeito quem quis. O seu histórico de traições e a ganância por dinheiro e poder sempre foram muito explícita.


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