
Quando o então ministro da Previdência e do Trabalho do governo Fernando Collor de Mello (PRN), o sindicalista Antônio Rogério Magri, rebatendo as críticas pelo fato de ter conduzido um cão da família em um carro oficial do seu ministério, disse que "Cachorro também é ser humano", não sabia que seria uma piada nacional, como assim o foi. Esse ministro, pouco depois, foi exonerado por receber propina para liberar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para uma obra do governo do Acre.
Fosse hoje, um tempo onde algumas pessoas deixam os pais nos asilos para passear com os cães, quiçá a gargalhada nacional contra a afirmação do sindicalista não tivesse sido geral. Ainda mais em um momento onde a deputada federal trans Duda Salabert (PSOL-MG) apresenta um projeto de lei em defesa dos ratos que, segundo fala, são vítimas da crueldade e de um método ultrapassado do ser humano.
Em um vídeo postado no último dia 14 nas redes sociais, Duda fala sobre o projeto de lei apresentando sua justificativa. "Você conhece a fita cola rato? Essa fita é uma armadilha que prende o rato e deixa ele agonizando por horas, às vezes dias. O rato tenta fugir, se debate e acaba arrancando a própria pele até morrer de exaustão ou fome. Enquanto não morre, o rato continua urinando e defecando no lugar porque está preso nessa fita. Ou seja, além da crueldade, vira também um foco de contaminação de doença", disse a deputada.
Assim como Lula disse que o ladrão de celular - que muitas vezes atira na cabeça da vítima mesmo esta entregando o aparelho - rouba para tomar uma cervejinha - a coisa mais compreensível do mundo, não é mesmo, pais que perderam filhos nesse tipo de situação?! - e que traficantes que estupram, torturam, degolam e incendiam pessoas vivas são vítimas dos usuários - esses sim, os verdadeiros criminosos da sociedade, na visão do presidemente -, a deputada trans decidiu que os ratos, vetores de leptospirose, hantavirose, salmonelose, peste negra, estreptobacilose (febre do rato), coriomeningite linfocítica e tifo murino, doenças que podem causar desde a hidrocefalia fetal até a morte de quaisquer pessoas, são vítimas da tortura humana.
O vídeo da socialista trans recebeu tantos comentários mostrando o desserviço de tal projeto e a "falta do que fazer" da deputada que foi apagado imediatamente. Porém, para registro histórico da bizarrice surrealista psolista, já tinha sido salvo por internautas e editados para publicação.
Parlamentares do PSOL têm conseguido fama por ações que ferem a ética parlamentar e por projetos que marcham contra os interesses da população. Basta lembrar o recente caso do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) que foi suspenso por 6 meses após agredir, dentro do Conngresso Nacional, um militante do MBL, bem como a usurpação da presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher ocupada por um travesti, a deputada Erika Hilton (PSOL-RJ) que insultou mulheres a chamando de "imbeCIS" e "esgoto da sociedade". Também muito reprcutiu o caso da deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) que acusou milicianos "bolsonaristas" de assassinarem seu irmão em Copacabana e que, mesmo depois de descoberto que os assassinos eram do Comando Vermelho, calou-se sobre os criminosos e apoiou abertamente essa mesma facção no caso da Operação Contenção que resultou na morte de 117 bandidos e, infelizmente, 4 profissionais da Segurança Pública carioca.
Nessa mesma pisada em defesa de propostas e demarcação de posturas contrárias ao que verdadeiramente necessita o povo brasileiro, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) apresentou projeto de lei proibindo a polícia de usar drones e helicópteros em suas operações. Isso em um país onde os traficantes possuem aparato bélico de Forças Armadas e dominam 26% do território nacional - segundo dados de estudos atuais que em nenhum momento foram questionados por nenhuma instituição governamental.
Já a deputada estadual Renata Souza (PSOL-RJ), apresentou projeto visando a distribuição gratuita de calcinhas para mulheres trans como se o SUS não tivesse prioridades em relação a problemas que realmente afetam a população, como o desenvolvimento de ações de prevenção de doenças crônicas, campanhas de vacinação e programas de saúde mental. Tal proposta, na Câmara dos Deputados, encontra eco na militância da deputada federal Camila Jara (PT-MS), a mesma que agrediu fisicamente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e que, por isso, enfrenta um processo na Comissão de Ética da Casa. Fosse o contrário, ou seja, Nikolas agredido a petista, esta hora já estaria cassado.
De ratos a calcinhas trans, de desarmamento da polícia contra as facções a violência gratuita no Congresso Nacional. Esse é o retrato fiel da militância institucional de um partido que torra o dinheiro do povo com propostas absurdas, bolsas de griffe, show da Byoncé em Paris e procedimentos estéticos. Vai uma Erika Hilton aí, safadinhe?!