
3 de janeiro. Madrugada de sábado. Cerca de 150 aeronaves ianques sobrevoam o céu de Caracas, capital da Venezuela. Em pouco tempo, as forças dos EUA chegam ao bunker onde estão o ditador Nicolás Maduro e sua esposa. 47 segundos é o tempo que levam para derrubar a porta de aço que os protegia. A segurança pessoal do então presidente, composta por cubanos, é dizimada e o casal levado para o MDC, no Brooklin, New York, conhecido como Inferno na Terra.
28 de fevereiro. Madrugada de sábado. EUA e Israel, em uma ofensiva aérea, lançam ataque fulminante em várias cidades do Irã, dentre elas Teerã, a capital. Dirigentes militares e o chefe supremo do país, Ali Khamenei, são liquidados.
Maduro e Khamenei tinham em comum o fato de serem ditadores sanguinários, genocidas do seu próprio povo, contarem com forças de segurança numerosas e vomitarem discursos de ameaça aos EUA pregando sua derrota e extinção. E agora têm em comum o fato de serem destronados na madrugada de sábado.
Lula, amigo de Maduro e de Khamenei, é o bebum fake news que se tornou anão diplomático enquanto posava de liderança do submundo cancerígena da ideologia contraposta. É o desarrazoado que, irresponsavelmente, disse que acabaria com a Guerra da Ucrânia bebendo na mesa de um bar quando na verdade não tem poder para acabar nem mesmo com os barracos da própria família.
Alinhado ideologicamente e aliado econômica e politicamente às ditaduras anti-EUA, Lula, assim como seus amiguinhos depostos, vocifera, esbraveja, arrota arrogância, mas sabe que é um filhote de pequinês diante de um bem treinado pitbull. Só que com uma garrafa na mão. E, diferentemente de Maduro e Khamenei, suas forças de segurança não servem sequer para fazer figuração naquele joguinho Batalha Naval.
O apoio de Lula aos regimes de carnificina de Maduro e Khamenei, a presença de terroristas orientais no Brasil e o escancaramento da economia brasileira à China - enquanto, hipocritamente, rosna soberania nacional - mostram ao mundo, e ao laranjão Trump, quem realmente o petista é. Ou seja, um dos ditadores da foice e do martelo, só que sem o uso profícuo dessas ferramentas, pois Lula nunca foi adepto do trabalho. Afinal, para que foice se o agro é "fascista"?
As relações internacionais e o colaboracionismo com o bloco anti-EUA tornam Lula uma persona non grata para o campo ocidental da democracia, ou seja, coloca-o no mesmo patamar de Maduro e Khamenei, mas sem a força daqueles. Daí o nine fingers ter medo de Trump, o homem que só saca a arma do coldre quando tem certeza de abater o alvo.
Em cada sexta-feira, Lula vara a madrugada, pois, assim como no A Hora do Pesadelo, Donald Trump, o Fred Krueger do petista, poderá surgir quando ele estiver dormindo. Como está demonstrado em 2026, a madrugada de sábado parece ser o momento especial para os EUA brincar de como caçar ratos em tempo recorde.