
Pouco antes do feriado nacional do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, o ex-psolista e agora deputado petista Renato Freitas, eleito pelo Paraná, protagonizou uma cena ridícula e desarrazoada que demonstrou toda a sua prepotência, desonrou a Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP) e trouxe à baila a velha ladainha, tão característica da ideologia esquerdista, da falsa violência racial.
O deputado, já conhecido pela sua agressividade e sua postura covarde vitimista, atacou um homem no Centro de Curitiba lhe aplicando dois chutes. A vítima, em legítima defesa, reagiu com um soco de direita que colocou o parlamentar de esquerda no chão com o nariz fraturado e ensanguentado. Diante da situação, filmada e viralizada nas redes sociais, Renato virou alvo de quatro pedidos de cassação na ALEP e motivo de memes e zombaria nas redes. Por sua vez, o deputado, que é negro, disse que foi vítima de um crime racial. Nada mais falso.
Renato Freitas já foi cassado pela Câmara de Vereadores de Curitiba quando vereador por ter invadido a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, na capital paranaense, no 5 de fevereiro de 2022. Seu mandato foi posteriormente restabelecido pelo sancionado pela Magnitsky e agora aposentado Luís Roberto Barroso. Na ocasião, além de interromper a missa, agrediu moral e psicologicamente as pessoas presentes que, em sua grande maioria, eram idosas.
O deputado petista foi suspenso de seu mandato por 30 dias, recentemente, por ter organizado uma manifestação de professores que depredou o prédio da ALEP (A esquerda pode quebrar o patrimônio público, né?).
Com um histórico de agressões e provocações, Renato faz o que tod@ esquerdista faz depois de provocar, gerar uma ação violenta e ser acuado pela situação que criou: vitimizar-se para tentar inverter a situação. No caso de Renato, como é negro, atribuir o soco que levou à violência racial, em vez de assumir que partiu para cima do popular que o derrubou com um murro certeiro. Se fosse a Erika Hilton (PSOL), diria que foi vítima de racismo homofóbico.

Erika Hilton: O antes e o depois demonstram o cinismo hipócrita da deputada do PSOL (Fotos: Reprodução/Interne)
Erika Hilton, que nasceu Felipe Santos Silva, é um expoente dessa hipocrisia vitimista criada pela engenharia ideológica da esquerda. E haja hipocrisia no caso dela! Antes de se empoderar, esse militante tinha um biótipo negro e dizia à militância negra que era preciso preservar a identidade cultural negra pra não trair a luta do povo negro.
Ao longo dos anos, Erika embranqueceu ao tornar sua pele mais alva e aloirar os cabelos. Também, no dia 22 de junho deste ano, trocou a Parada Gay de São Paulo por um show de Byoncé em Paris enfurecendo seu eleitorado LGBTQIAPN+. Como se vê, a distância entre discurso e prática é abismal no mundo da esquerda.
Assim como Renato, Erika também tem representação contra seu mandato na Câmara dos Deputados, uma vez que usou do cargo e do dinheiro públicos para contratar maquiadores e fazer gastos pessoais.
A Operação Contenção do governo Cláudio Castro (PL) sob comando do Secretário Victor César e que foi a mais vitoriosa de toda a história da Segurança Pública do Rio de Janeiro também foi vítima - e ao extremo - dessa discurso vitimista maquiado de antirracista.
Com aprovação de 90% dos moradores das favelas, mais de 70% da população carioca e mais de 60% da população brasileira, a operação nos Complexos do Alemão e da Penha que resultou na morte de 117 faccionados e, infelizmente, 4 policiais, apreendeu o maior número de fuzis da história da polícia carioca, desmantelou a base do Comando Vermelho (CV) nessas comunidades e desmantelou barricadas fixas trazendo alívio à população local.
Mesmo assim, o jornalulismo se açodou em chamá-la de chacina e operação desastrosa e a miltância esquerdista encheu a boca para vomitar que foi uma chacina contra a população negra e, portanto, um exemplo clássico de racismo estrutural. A deputada Benedita da Silva (PT), que mentiu descaradamente sobre o número de mortos durante seu mandato de governadora tampão, a ministra Anielle Franco (PT), do Ministério que protagonizou um episódio de racismo descarado contra os brancos de São Paulo, a ministra Macaé Evaristo (PT), que sofre ações na Justiça por ter roubado dinheiro público de Belo Horizonte e do estado de Minas Gerais destinados à Educação Pública, e o deputado Reimont (PT), presidente decorativo da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, subiram ao Complexo do Alemão e foram à sede da CUFA propagandear a falsa ideia da ação do governo estadual como chacina racial e pedir a cassação do governador carioca. Uma encenação de quinta categoria.
Dos 4 policiais mortos na referida operação, 3 eram negros. Dos 117 criminosos faccionados, os negros formavam uma pequena minoria, pois a maioria era visivelmente formada por homens brancos e pardos. Aliás, o único corpo que foi decapitado depois de morto foi o do jovem Yago Ravel Rodrigues, de 19 anos, soldado do CV, fato que chocou profundamente a opinião pública. Portanto, se houve racismo durante a realização da Operação Contenção, este veio dos criminosos narcotraficantes, os quais a maioria absoluta da população brasileira condena, mas que os "Direitos Humanos" e toda a esquerda chamam de "vítimas da sociedade".
A Operação Contenção não foi uma ação de um Estado nazista desenvolvida por policiais brancos para matar a população negra do morro, como diz a esquerda em seu criminoso discurso, mas uma ação de um governo com atitude desenvolvida por policiais brancos, negros e pardos para combater criminosos que submetem cotidianamente, através de torturas, mortes macabras e terror permanente, comunidades compostas majoritariamente por pessoas de pele escura.
Esse mimimi vitimista ideológico a cada dia que passa cai mais no descrédito simplesmente porque a população brasileira está percebendo, cada vez mais, que ele só serve para encobrir crimes e corrupção e eivado, de ponta ao rabo, de pura hipocrisia.