
A reunião do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná ALEP de ontem, terça-feira (01.07), aprovou o relatório da deputada Márcia Huçulak que pugnou pela suspensão, por 30 dias, do deputado Renato Freitas (PT), a partir de denúncias protocoladas pelos deputados Tito Barichello (UB) e Ricardo Arruda (PL).
Segundo as denúncias, Renato usou suas prerrogativas de parlamentar para permitir a entrada de manifestantes, no dia 3 de junho de 2024, que protestavam contra o projeto de Lei que instituiu o Programa Parceiros da Escola. O petista incitou a manifestação que destruiu vidros, portas e cadeiras do parlamento paranaense.
Esta não é a primeira vez que Renato promove violência. Como vereador de Curitiba, teve seu mandato cassado por invadir uma igreja com um bando de militantes, em 5 de fevereiro de 2022, interrompendo uma missa, fazendo discurso de ódio e chamando as pessoas idosas presentes de fascistas. Nessa ocasião, os militantes partidários, do PT e outras siglas de esquerda, usaram o espaço sagrado para protestar contra o assassinato do imigrante congolês Moise Kabagambe no Rio de Janeiro. Qual a relação entre a missa em Curitiba e o assassinato no Rio? Nenhuma, é claro!
O VELHO VITIMISMO IDEOLÓGICO DA ESQUERDA VIOLENTA
Quando cassado pela Câmara Municipal de Curitiba, Renato disse que o fato aconteceu por ele ser negro e pobre. Após a aprovação da suspensão, ontem, pelo Conselho de Ética da ALEP, Renato disse que "é só um empacotador de mercado, filho da imigrante paraibana, sem pai, sem herança".
Mesma atitude tomada pela deputada federal Érika Hilton (PSOL), sua aliada ideológica, que está com pedido de cassação protocolado por usar a verba parlamentar para custear a contratação de dois maquiadores e fazer uma cirurgia plástica em seu nariz - para enbranquecer, é óbvio! Mas ela diz que a cassação é porque é negra, favelada e defensora da comunidade LGBTQIA+.
Esse vitimismo da esquerda brasileira nada mais é que uma hipócrita inversão de valores para tentar transformar crimes contra a democracia e o dinheiro público em discursos que usam as minorias que lhe dão sustentabilidade política e uma vida de luxo e regalias que nada tem a ver com o cotidiano do povo pobre e favelado.
Renato Freitas, o petista que invadiu uma igreja chamando idos@s de fascistas, nada mais é que um criminoso reincidente que invade espaços com grupelhos partidários promovendo segregação, violência moral e psicológica e depredação do patrimônio público.