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Política

Exclusivo: Malafaia detalha ato na Paulista, expõe Moraes e faz duras críticas a Lula

Pastor falou sobre a possibilidade de ser preso pelo ministro Alexandre de Moraes.

Publicada em 21/02/24 às 11:43h - 1090 visualizações

Marcos Melo, Pleno.News


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Exclusivo: Malafaia detalha ato na Paulista, expõe Moraes e faz duras críticas a Lula
Pastor Silas Malafaia em entrevista ao Pleno.News  (Foto: Pleno News)

Pleno.News entrevistou o organizador e financiador da manifestação pró-Bolsonaro no próximo domingo (25), na Avenida Paulista, no Centro da cidade de São Paulo: pastor Silas Malafaia. Na oportunidade, o líder religioso falou sobre a importância do ato político neste momento em que há uma escalada na devassa do Judiciário sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e frisou que a proposta do evento não é atacar ninguém, nem criticar quem quer que seja, mas evidenciar o expressivo apoio popular em prol do ex-chefe do Executivo.

– Qual é maior expressão da direita (…), quem é a maior figura? Jair Messias Bolsonaro. “Então vamos destruir esse cara a qualquer custo” – disse o pastor citando o modus operandi da esquerda.

O presidente da Associação Vitória em Cristo (AVEC) isentou o Supremo Tribunal Federal (STF) das arbitrariedades atribuídas por ele estritamente ao ministro Alexandre de Moraes. Silas também criticou as ações da esquerda e condenou com veemência as declarações de Lula sobre Israel.

Malafaia disse que nunca viu um estadista no mundo comparar o Holocausto – onde 6 milhões de judeus foram mortos em câmaras de gás pelo regime nazista – com qualquer outro movimento.

– Lula, querendo fazer graça para o mundo islâmico, cometeu uma gafe, e pela primeira vez um presidente [brasileiro] é persona non grata em um outro país. Israel sempre foi amigo do Brasil e o Brasil de Israel – disse.

Leia a entrevista na íntegra:

Qual é a leitura que o senhor faz do cenário político no Brasil neste momento?
Nós temos que entender o que é o marxismo cultural. Quando Lula disse que ele tem orgulho de ser chamado de comunista e que historicamente ele combate costumes, família e pátria. O que é isso? Isso é o sustentáculo da ideologia deles. O que eles pensam? Para eles, a família é o maior mal da sociedade, que oprime as pessoas. Mas isso é conversa fiada. É porque a família é um paredaço ideológico contra eles. Eles não querem que a família eduque. Eles querem a educação na tutela do Estado para manipular as mentes. Escola ensina, quem educa é a família. Eles querem o controle do pensamento, como já fizeram nas antigas nações da cortina de ferro. Muita turma nova, não tem ideia do que aconteceu quando o comunismo foi explodido no Leste Europeu. A antiga União Soviética, na Rússia e as repúblicas, Polônia, Tchecoslováquia, Romênia, Bulgária… Então esses caras, essa esquerda latino-americana, ela tem a ideia e a ideologia e o cerne comunista. Então, eles não suportam a família, – não fui eu quem disse, foi Lula quem falou – não suportam a religião, porque a religião cria crenças e valores que vão contra eles, e não suportam o pensamento de direita, que é a favor disso tudo. Então esse jogo que está aí é o seguinte: qual é a maior expressão da direita, do pensamento que defende família, que defende Pátria, que é a favor do casamento heterossexual, contra a ideologia de gênero, quem é a maior figura? Jair Messias Bolsonaro. Então, “vamos destruir esse cara a qualquer custo”.

E por falar em destruir Bolsonaro, essa manifestação do próximo domingo, na Avenida Paulista, em São Paulo, qual é o motivo central dessa manifestação ocorrer neste momento?
É o seguinte: eu, por graça de Deus, consegui convencer Bolsonaro e dizer pra ele, “ou você se posiciona como um líder ou amanhã, se acontecer uma coisa pior com você, ninguém vai se manifestar”. Então, a manifestação tem duas coisas basilares: uma é Bolsonaro se defender daquilo que ele está sendo acusado. E a outra, defesa do Estado Democrático de Direito, porque liberdade vai além de Bolsonaro. É a minha, é a sua, é a liberdade das gerações futuras que está em jogo aí. Isso é muito sério e muito grave.

Então, a gente está falando das recentes decisões do Supremo Tribunal Federal. Como o senhor tem visto essas atitudes ditas por arbitrariedades em ministros, principalmente o ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal, no tocante a Jair Messias Bolsonaro?
Eu não vou dizer nem que é o STF. Tenho que ser honesto. Não vou dizer que é o STF. Isso está centrado em Alexandre de Moraes. Não é o STF. É o ministro Alexandre de Moraes, que dá amplitude a seus inquéritos, amplitudes universais e eternas para poder fazer oposição a quem ele bem entende, perseguir e atacar a quem ele bem entende, em um dos maiores absurdos jurídicos. Quando é que Lula foi preso? Ele perdeu na primeira instância, ele perdeu na segunda instância e ele perdeu na terceira instância, por unanimidade, STJ. Aí, ele foi preso. A Constituição, no artigo 5º, no inciso LV, diz que todo brasileiro tem direito ao duplo grau de jurisdição. O que é isso? É o direito de você recorrer às instâncias. Quem tem foro no Supremo, já está definido na Constituição. Bolsonaro não tem foro. Lula não foi julgado pelo Supremo, ele foi julgado primeiro pelo juiz Sergio Moro, depois a caneta de um cabo eleitoral de Dilma, chamado Fachin, é que liberou ele. Então, o que está acontecendo no Brasil, ver dona de casa, ver mulher com crucifixo na mão e Bíblia, tomar 17 anos de cadeia sem ter o direito de recorrer às instâncias? Isso é uma arbitrariedade, isso vai contra o ordenamento jurídico da nossa Nação, isso é uma afronta à Constituição.

Na sua leitura, por que Alexandre de Moraes promove esse tipo de ação? O que pode ter por trás de reiteradas ações contestadas, até por juristas, como o doutor Ives Gandra Martins, que a todo momento vem sempre pontuando: “Olha, isso aí está errado. Não é assim”. Ele dá aquela aula e explica, mas isso acontece com certa frequência no Brasil.
Até aqui, o único ministro que deixou um partido político e veio a ser ministro do STF: Alexandre de Moraes. Ele era do PSDB, centro-esquerda. Então, primeiro uma questão ideológica que ele tem. E segundo, que ele é vingativo. É o que eu tenho observado. Ele está engasgado, porque na manifestação de setembro de 2021, Bolsonaro chamou ele de canalha e disse que não ia atender mais ele. O que aconteceu no dia seguinte? Temer ligou para Bolsonaro para amaciar. Ele foi ministro de Temer, quem indicou ele foi Temer. E Bolsonaro cedeu e amaciou. Mas acredito que isso ficou na garganta dele e ele veio com força, e o processo eleitoral de 2022, ali foi a vergonha. Então veio toda essa ação, vem marcando violentamente.

Bolsonaro quando perdeu a eleição, eu queria que ele abrisse a boca e falasse. Não falou nada, ficou calado e foi embora. Como é que querem acusar o cara? Você já viu alguém comandar um golpe do lado de fora e comandar um golpe sem arma, sem fuzil, sem metralhadora, com dona de casa? Onde é que está gravado uma reunião com aquelas 1.500 pessoas que foram presas, que estavam diante do quartel, do QG do Exército? Qual é o filme que tem Bolsonaro reunido com eles?

Já que eu citei o doutro Ives Gandra Martins, ele disse que “não há golpe sem tanques nas ruas”, a história mostra isso.
Mas isso é a história no mundo, não tem golpe por papel, por assinatura de papel. Outra: se Bolsonaro quisesse dar um golpe quando ele estava presidente, como é que teria de ser o golpe? Mandar fechar o Congresso Nacional, mandar fechar o STF, prender as principais lideranças, mandar prender, e colocar as Forças Armadas nas ruas. Ele não fez isso! Bolsonaro passou quatro anos sendo acusado, principalmente pela Globo lixo, “vai dar golpe, vai dar golpe, vai dar um golpe”, um mantra. Não deu golpe nenhum, então, pura safadeza, por quê? Aí, você entende os desdobramentos. A imprensa perdeu mais de R$ 1 bilhão de verbas publicitárias quando Bolsonaro chegou no poder. Jornalistas que foram comprados (abre aspas) com palestras, gente de influência, perdeu a mamata. Então, grande parte do jornalismo brasileiro, desculpa eu dizer, com exceções, e tem, é claro, miquinhos amestrados da esquerda. Então tem uma ideologia da imprensa, tem uma questão econômica na imprensa, e tem outra questão, do lado de Alexandre de Moraes.

O senhor acha que foi um erro ter cortado a verba de publicidade?
Não! Um país com carências e com problemas, como você pode dar? Você sabe quanto o Lula e Dilma deram pra Globo? Só pra Globo, não é o jornal O Globo não, só Rede Globo, R$ 6,2 bilhões. Como é que pode um negócio desse, cara? Bolsonaro deu duzentos e poucos bilhões.

Então o senhor acredita que isso reflete no posicionamento da Globo hoje?
É… Esse e as questões ideológicas. Deixa eu dizer uma coisa pra você. Eu quero deixar até claro aqui. A manifestação na Paulista não é para atacar o Supremo Tribunal Federal ou Alexandre de Moraes. Não! Atacar ou me posicionar, eu faço nas minhas redes. Lá não é “vamos atacar”, não está no nosso objetivo. Na minha vontade, na minha mente, não está. Minha questão não é atacar o STF ou atacar o ministro Alexandre de Moraes, mas nos posicionar, mostrar o perigo que está acontecendo, a injustiça sobre Bolsonaro, essa que é a nossa questão. Lá não vai ser um palco para ataques ao STF, ou ataques a Alexandre de Moraes.

Várias autoridades políticas confirmaram presença nesse evento de domingo, nessa manifestação na Paulista: governadores, senadores, prefeitos, deputados… Qual é a importância da classe política, conservadora, de direita, se unir num discurso uníssono neste momento?
Pela primeira vez, nem quando Bolsonaro era presidente, eu estive nos dois eventos, 2021 e 2022, Brasília, Rio, São Paulo, tive em eventos com Bolsonaro no Brasil; nunca vi, nós vamos ter lá mais de 120 deputados, mais senadores, governadores, prefeitos, vereadores, deputados estaduais… Pela primeira vez na história, nós estamos vendo uma força política numa manifestação. Nunca vi isso.

E isso incomoda. O senhor não tem medo de ser preso por ser organizador, financiador, dessa manifestação?
Não, porque não é uma manifestação ilegal, artigo 5º, inciso XVI.

Mas a gente tem visto, em determinados momentos, a Constituição, as leis, serem contraditadas.
Até pra ele contraditar as leis, ele está dentro de um inquérito que não tem nada a ver uma manifestação dessa. O artigo 5º, inciso XVI da Constituição diz que é livre manifestações pacíficas. Uma marca nossa é manifestação pacífica.

O presidente até pediu para que não levassem faixa, pra não atacar ninguém…
E outra, eu não tenho medo de ser preso. Se eu tivesse medo de ser preso eu não falaria o que já falei de Alexandre de Moraes. Eu não falaria. Não tenho medo não. Eu tenho um texto da Bíblia comigo que é Hebreus 13:6. “Ousemos com confiança dizer: o Senhor é o meu ajudador, não temerei o que me possa fazer o homem”. Então, eu não tenho medo. Se eu tivesse medo, ó, boquinha calada, escondido, sem falar nada. Eu tenho outros defeitos; esse eu não tenho.

O senhor já viajou para Israel várias vezes, fazia caravanas, tem uma relação próxima com aquela nação. Como é que o senhor enxerga essa recente declaração do presidente Lula a respeito de Israel?
É o maior erro que um estadista pode cometer e, de cara, nunca vimos um estadista no mundo comparar o Holocausto, que é uma mancha na história de civilização humana, mais de 6 milhões de judeus massacrados, terrivelmente inocentes, você comparar isso com qualquer outro movimento. Lula querendo fazer graça para o mundo islâmico, cometeu uma gafe, e pela primeira vez um presidente [brasileiro] é persona non grata num outro país. Israel sempre foi amigo do Brasil e o Brasil de Israel. Então isso é uma vergonha! Eu disse em um vídeo, que está aí para quem quiser ver, para o cara falar o que o Lula falou, são essas as opções: ou é cretino, ou tem problema mental, ou é falta de caráter, ou as três coisas juntas. Isso é uma vergonha! Isso envergonha o Brasil, achincalhado no mundo. Isso é uma vergonha internacional para o Brasil, que nenhum outro presidente na nossa história, jamais promoveu. Vergonha absoluta! E tem um dado: o maior tiro, não é nem no pé, é na cabeça, que Lula podia cometer em relação ao povo cristão. Ele não entende de nossos princípios que está lá na Bíblia e que nós cremos. “Abençoarei os que te abençoarem. Amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”. É uma sentença da Bíblia dada ao pai da fé e ao pai da nação de Israel, Abraão, em Gênesis 12. Então, no inconsciente coletivo dos evangélicos, nós sabemos que esse caminho de amaldiçoar, de mentir, caluniar, difamar uma nação como essa, ele está buscando pra si problemas. Foi o maior erro político e diplomático de Lula, da sua história política, não é de agora não, é esse que ele cometeu.

Acha que um pedido de impeachment, que os parlamentares impetraram, prospera?
Pra isso você tem que ter maioria, mas é político. A ação é política. É pra confrontar, pra questionar. Pra prosperar um negócio desse, tem que ter uma maioria, tem que ter mais fatos terrivelmente relevantes. Isso é relevante, mas tem que ter mais coisas pra botar numa balança pra pedir um impeachment e ele conseguir prosperar. É uma marca, e outra, a esquerda cansou de fazer atos políticos pra marcar a sua posição ideológica. Estão de parabéns os deputados e senadores de direita que estão marcando uma posição.

Eu quero terminar dizendo uma coisa muito importante. I Timóteo, capítulo 2, diz assim: “Antes de tudo, que se façam orações, súplicas, pelos homens que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada porque isso é bom e agradável ao Senhor”. Ore pelo Brasil e pelas autoridades constituídas. A Igreja tem o poder que ninguém tem. O que a Igreja liga na Terra é ligado no céu. Lá na Paulista eu vou levantar um grande clamor. E nesta quinta-feira eu convoquei o povo evangélico, quem quer, fazer um jejum simples, de meia-noite ao meio-dia, em favor do Brasil. Não é em favor de pessoas, a, b ou c. Em favor do Brasil. Eu termino declarando que o Brasil é do Senhor Jesus. Jesus é o Senhor da Nação brasileira.




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