
Lulinha está em Madrid desde 2025. Os deputados alegam que a permanência no exterior configura risco de evasão definitiva para países sem tratado de extradição com o Brasil.
“No ano de 2025, transferiu sua residência para a cidade de Madri, na Espanha. Diante da robustez das novas provas trazidas pelos delatores, a permanência do representado em solo estrangeiro deixa de ser uma opção de domicílio e passa a configurar risco concreto à aplicação da lei penal, dada a facilidade de evasão para outros países da União Europeia ou destinos sem tratado de extradição. Portanto, ante os fatos gravosos narrados, não restou opção senão provocar o Ministério Público Federal para que providências sejam tomadas”, diz um trecho do documento.
CPMI DO INSS QUEBRA SIGILO
Nesta 5ª feira (26.fev), a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) também aprovou a quebra de sigilos fiscais, bancários e telemáticos de Lulinha.
Foi uma derrota para o governo, que tenta reverter o resultado e recorreu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Segundo a base governista, houve um erro na votação.