
Com Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já consolidado -candidato à presidência da República, discute-se no PL, em nível nacional, o melhor nome para compor a chapa majoritária com o filho de Jair.
Embora o nome da senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Bolsonaro, tenha um grande peso para vice de Flávio, o nome do governador mineiro Romeu Zema (NOVO-MG) vem crescendo como opção segura para a composição da chapa.
Zema, que chegou virgem na política através de um partido novo, o NOVO, foi eleito pelas propostas e trajetória de vida e reeleito em 1º turno, sendo, atualmente, juntamente com Ronaldo Caiado (UB, Goiás), Ratinho Júnior (PSD, Paraná) e Eduardo Leite (PSDB, Rio Grande do Sul), avaliado pela população como um dos melhores governadores do país.
Pegando Minas Gerais atolado em corrupção e dívidas depois da gestão desastrosa do petista Fernando Pimentel, Zema colocou o estado no eixo e escanteou o PT na política estadual. O partido de Lula, que vinha de uma situação onde dominava governo estadual e Prefeitura de Belo Horizonte, foi tão desmascarado por Romeu Zema, após a população mineira ver excelentes resultados e a maneira honesta e transparente de governar, que sequer teve condições de lançar candidatura em 2022. Este ano, também, a tendência é não lançar, já que hoje se encontra a reboque da pré-candidatura do ex-presidente do Senado, o fisiológico Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Tereza Cristina é forte, pois é uma mulher respeitada e uma liderança do agro, setor da economia que o presidemente Lula chama de fascista, mas que foi responsável pelo crescimento do PIB este ano - como na maioria dos outros. É de um estado onde a maioria do eleitorado vota no bolsonarismo.
Zema, no entanto, é um governador que está fazendo o PT encolher no estado e que governa o segundo colégio eleitoral do Brasil - Minas Gerais só perde, em número de eleitores, para São Paulo.
Assim, o nome de Zema cresce dentro do PL como possível candidato a vice e será colocado na mesa para discussões internas. O bolsonarismo quer definir o quanto antes o nome do vice, bem como a composição dos palanques estaduais para fortalecer as alianças com outros partidos e grupos que se contrapõem ao petismo nas eleições de 2026.