
A morte foi confirmada pela PM após agentes do 14º BPM serem acionados para verificar a ocorrência na unidade de saúde. Em nota, a corporação informou que a guarnição constatou múltiplas lesões compatíveis com agressões. As circunstâncias do crime ainda não foram esclarecidas.
Naysa era filha do major Neyfson Borges, integrante do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio. Com cerca de 25 anos de carreira, o oficial usou as redes sociais para lamentar a perda da filha e expressar a dor do luto. “Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. A mais branca de todas. Feita com um pedaço arrancando inesperadamente do meu coração. Deus levou para Ele minha eterna Branquinha. Você foi minha felicidade por esses poucos mais de 22 anos. Obrigado por dar luz a minha vida”, escreveu.
Em outra publicação, o major reforçou o impacto da tragédia. “Minha amada filha. Deus te arrancou deste mundo porque era muito boa para ficar aqui. É a maior dor do mundo”.
Procurada, a Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que realiza diligências e busca testemunhas para esclarecer os fatos. A dinâmica do ocorrido segue em apuração, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações.