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CRIME NA GCM: Vereadores militares e psicólogo concordam com o Sovaco de Cobra (VEJA O VÍDEO)

Aplicação criminosa de prova no curso de formação da GCM gerou denúncias no parlamento juazeirense.

Publicada em 01/12/22 às 09:43h - 949 visualizações

Fábio Souza Tavares


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CRIME NA GCM: Vereadores militares e psicólogo concordam com o Sovaco de Cobra (VEJA O VÍDEO)
Vereadores Capitão Vieira (PTB), Padre Paulo (PSD) e Janu (Republicanos) qualificaram a aplicação de prova aos concursados da GCM de CRIME  (Foto: Fotomontagem/Fábio Souza Tavares)

Na segunda-feira (28.11), publiquei "Assédio moral na aplicação de prova no curso da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de Juazeiro do Norte/CE", denunciando o assédio e a agressão psicológica que concursados sofreram durante a aplicação de uma prova do curso de formação da corporação destinado aos concursados com o caráter classificatório.

Infelizmente, alguns desses concursados, uma ínfima minoria, foram induzidos a defenderem, sem nenhuma fundamentação pedagógica e científica de caráter psicológico ou psiquiátrico e sem nenhuma, nenhuma experiência na Segurança Pública, que o que aconteceu esteve dentro da normalidade e se tratou apenas de uma maneira de formar GCMs com padrão de "excelência", estando o evento em consonância com a vontade de todos os concursados.

Um dia após a publicação do Sovaco de Cobra, três vereadores fizeram a mesma condenação na sessão legislativa juazeirense, sendo dois militares experientes, os vereadores Capitão Vieira (PTB) e Janu (Republicanos), e um vereador psicólogo, o Padre Paulo que, inclusive, é da base de apoio parlamentar do prefeito Glêdson Bezerra. Ou seja, não se tratou de uma denúncia só da oposição.

Padre Paulo disse que se trata de um crime, de um assédio e uma violência psicológica e ressaltou que o comandante Jozimar tem que explicar ao Legislativo e, consequentemente, à sociedade juazeirense, qual seu embasamento científico para promover tamanho desatino, qual parecer de um psicólogo ou um psiquiatra embasou o evento violento. Afirmou que os concursados prejudicados podem entrar na Justiça, pois o crime está configurado.

Os militares Janu e Capitão Vieira, com vasta experiência na PM, foram pelo mesmo caminho e disseram que algo assim nunca aconteceu na Polícia Militar. Disseram que treinamentos mais violentos só são direcionados para militares com um bom tempo de corporação e com condições físicas e mentais pericialmente comprobatórias de que podem ser expostos aos desafios propostos.

Vieira foi enfático ao dizer que essa violência nunca poderia ser usada em uma prova teórica. Denunciou a omissão do prefeito Glêdson Bezerra (PODE) diante do acontecido e pediu à Polícia Civil e ao Ministério Público ações concretas relativas ao crime praticado.

A uma prova teórica imprescinde concentração, e o uso deliberado de sirenes, vozes imperativas e explosivos não significam teste de resistência e foco dos concorrentes.

Infelizmente o que houve foi uma atitude sem embasamento aplicada e defendida por pessoas sem embasamento. Imagine o tipo de formação que esses concursados estão recebendo.

E agora, prefeito Glêdson. o que fazer?





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