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Pequim nega visto de trabalho à jornalista da The Economist em Hong Kong

Jornal lamenta a decisão do governo chinês

Publicada em 14/11/21 às 07:04h - 103 visualizações

por Artur Piva, Revista Oeste


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Pequim nega visto de trabalho à jornalista da The Economist em Hong Kong
A jornalista Sue-Lin Wong trabalha para a The Economist  (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Pequim negou a renovação do visto de trabalho à jornalista Sue-Lin Wong para Hong Kong. Ela trabalha na revista britânica The Economist, que lamentou o caso em nota publicada na sexta-feira 12.
“A decisão foi dada sem explicação”, afirmou a revista. “Sue-Lin não está atualmente em Hong Kong. Temos orgulho do seu jornalismo. Instamos o governo de Hong Kong a manter o acesso à imprensa estrangeira, que é vital para a posição do território como cidade internacional”.
Por meio do Twitter, Sue-Lin disse que está “muito triste por não poder continuar trabalhando de Hong Kong”. “Eu amei conhecer essa cidade e essas pessoas. Vou sentir falta de todos”, postou.

A repressão à imprensa em Hong Kong

A contar do 1º semestre de 2020, as autoridades chinesas recusaram a renovação do visto ou expulsaram pelo menos 20 jornalistas estrangeiros, incluindo profissionais de grandes veículos de mídia, como os norte-americanos New York Times, Wall Street Journal Washington Post. Segundo um relatório feito pelo Clube de Correspondentes Estrangeiros da China (FCCC, na sigla em inglês), as expulsões estão no maior número desde o massacre da Praça Tiananmen, em 1989.
Um levantamento realizado pelo FCCC aponta que o declínio da liberdade de imprensa impulsionado pela Lei de Segurança Nacional, que passou a vigorar em 2020, faz com que 46% dos jornalistas queiram deixar Hong Kong. Cerca de 84% dos entrevistados pela pesquisa disseram que as condições de trabalho caíram depois da implantação da legislação, e pelo menos 56% se autocensuram.
Publicações como o New York Times já mudaram parte das operações para Seul, capital da Coreia do Sul. Em junho, o jornal honconguês Apple Daily foi forçado a fechar depois da prisão de vários executivos e editores enquadrados sob a regra.



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