
Uma multidão compareceu hoje (28.01) ao funeral do policial israelense Ran Gvili no estádio de Meitar, cidade do sul de Israel. Gvili tinha 24 anos quando foi assassinado pelo Hamas no 7 de Outubro de 2023, o dia mais violento da História de Israel. O grupo terrorista palestino imprimiu uma brutalidade surpreendente contra civis, bebês, pessoas idosas e mulheres matando mais de 1.200 israelenses e sequestrando 251, dos(as) quais 44 já estavam mortos(as) e 41 morreram em cativeiro através de torturas e violência sexual.
O corpo de Gvili, o único não entregue pelo Hamas - o que descumpriu o acordo do fim da guerra -, foi encontrado pelo Exército israelense e repatriado na segunda-feira (26.01). Como disse sua mãe, emocionada, ele foi o primeiro que partiu e o último que voltou.
Gvili foi enterrado com a bandeira do País cobrindo o seu caixão e como herói nacional. No dia do ataque, ele estava de licença médica por conta de uma cirurgia, mas pegou sua arma para defender seus(as) compatriotas.
O enterro de Gvili encerra uma das páginas mais sofridas e cruéis do povo judeu que foi atacado covardemente em um dia sagrado do seu calendário.
O próximo passo agora, segundo acordado entre Israel e EUA, é a desmilitarização do Hamas e a entrega da Faixa de Gaza ao controle armado de uma força internacional.