
O diário Miami Herald (EUA) publicou recentemente uma reportagem fruto de uma investigação onde coloca que Delcy Rodríguez e Jorge Rodríguez, respectivamente vice-presidente da Venezuela e seu irmão, negociaram secretamente com os Estados Unidos e mediadores do Qatar sobre o futuro do regime venezuelano.
Segundo o jornal, as negociações aconteceram em duas ocasiões, abril e setembro, e com conhecimento e aval de Maduro. Duas propostas foram apresentadas pela parte venezuelana: 1. Renúncia de Maduro, com garantias dos EUA de segurança e anistia para o ditador, e entrega da presidência à Delcy. 2. Estabelecimento de um governo de transição tendo à frente Delcy com a participação do dissidente exilado Miguel Rodríguez Torres, general aposentado.
Nas propostas apresentadas, Maduro sairia de cena, mas o regime chavista, alicerçado na ditadura, continuaria.
O The New York Times, jornal declaradamente apoiador dos democratas e, consequentemente, oposição ao governo Trump, publicou segunda-feira (13.10) que Maduro ofereceu ao governo Trump suas reservas de petróleo e ouro para serem exploradas, evidenciando o desespero do ditador diante da ofensiva militar dos EUA nas águas do Golfo do México.
A Casa Branca não se pronunciou sobre as informações do The New York Times até sexta-feira (17.10) quando o próprio Donald Trump, em uma coletiva, disse que Maduro "ofereceu tudo" por não querer "brincar com os Estados Unidos".
Ao que se apresenta, mais um governo ditatorial está prestes a acabar. Assim como Muammar Kadhafi, Manuel Noriega e Saddan Hussein, Maduro será o próximo ditador a se despedir do poder sob a ação dos EUA.
Evoé, Trump! A queda do presidente podre da Venezuela é uma festa para a verdadeira democracia.
P. S.: Para Lula, que recebeu no Brasil seu amigo ditador com todas as honrarias de Estado, Maduro está à frente de um regime democrático, pois a democracia é RELATIVA.