Os EUA sancionaram hoje, quarta-feira (30.07), a Lei Magnitsky contra o sinistro Alexandre de Moraes, o ditador do Partido da Toga (PT). Essa lei é usada contra ditadores e terroristas que cometem crimes contra a democracia e a humanidade.
Quando, há pouco tempo, os jornalistas Paulo Figueiredo e Allan dos Santos, ambos exilados políticos nos EUA, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que viria a se exilar no mesmo país, falaram que o governo Trump e o parlamento estadunidense condenariam o sinistro Alexandre, O Glande, apresentadoras do jornalulismo da Red Globo e os ministros do Stalinista Tribunal Federal (STS) ridicularizaram as informações. Moraes chegou a dizer que suas decisões só seriam influenciadas se os EUA enviassem um avião para o Lago Paranoá, o lago artificial de Brasília.
O PORTA-AVIÕES CHEGOU
No último dia 18, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos de 8 sinistros do STF e seus parentes, citando nominalmente Alexandre. Um pouco antes, o presidente do STF, o sinistro Luís Roberto Barroso, teria dito a célebre frase revelada pelo Valor Econômico: "Sempre teremos Paris". Depois do seu visto cancelado, fez questão de negá-la e afirmar que vê a revogação dos vistos com "importância e seriedade".
Os palhaços do STF e as galhofeiras da Globo News engoliram as risadas e trocaram a militância ideológica escancarada pela mortalha doada pela realidade. O riso deu lugar ao choro, a ilusão deu lugar à verdade.
A cassação dos vistos - que também pegou o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o diretor-geral da PF Andrei Augusto Passos Rodrigues, foi apenas a entrada. Como diria Lula, se a Lei Magnitsky fosse chinesa contra Bolsonaro, o fumo está apenas começando.
Com a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre, O Glande, os EUA demonstram que Trump, ao contrário do que falou Lula em um dos seus inúmeros momentos de devaneio, não é um presidente de bravatas, tal qual o é o chefe do Executivo brasileiro.
Chamada de Pena de Morte Financeira, a Lei Magnitsky autoriza o congelamento dos ativos financeiros, do condenado, em solo estadunidense. Também bloqueia suas transações comerciais e bancárias em bancos e financeiras dos EUA e em outros países que mantenham vínculos com esses, como é o caso dos bancos brasileiros.
A Lei Magnitsky foi criada pelo parlamento dos EUA em 2012 para punir crimes contra a humanidade em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky que denunciou a corrupção na Rússia e foi torturado e morto na prisão daquele país.
Rasgando a Constituição e prostituindo a Legislação brasileira, prendendo opositores sem provas e passando sobre a compreensão jurídica internacional, prendendo pessoas pelo simples fato de se manifestarem, desmonetizando canais das redes sociais e retirando outros da Internet, Alexandre passou a ser visto, não só pelos EUA, mas também pela Justiça espanhola - como ficou constatado no caso do jornalista Oswaldo Eustáquio que hoje é exilado político na Península Ibérica -, como o ditador que verdadeiramente é.
O porta-aviões já chegou ao Lago Paranoá, como esperava Alexandre. Falta-nos saber quais serão as suas próximas ordens de comando. O prato principal começou a ser servido. E, segundo Paulo Figueiredo, Allan dos Santos e Eduardo Bolsonaro já falaram, a sobremesa provocará profunda indigestão, pois tudo leva a crer que tem o dedo podre do careca da suástica no esquema que fraudou o visto de entrada de Filipe Martins nos EUA com o intuito explícito de forjar uma prova que levou à prisão absurda do ex-assessor de Bolsonaro. EM OUTRAS PALAVRAS, UMA AUTORIDADE BRASILEIRA FRAUDANDO UM ÓRGÃO DE SEGURANÇA DO PAÍS DO TIO SAM. Sinto cheiro de Interpol.
O sinistro Alexandre, O Glande, é agora, institucionalmente, um ditador internacional.