
Na atualidade, assistimos cotidianamente a manifestações da esquerda trans e feminista que em nome da igualdade de direitos está cada vez mais criando uma nova forma de preconceito e submissão da mulher ao ponto da própria palavra MULHER perder sua essência pelos ataques ditos avançados ou progressistas que em nome da luta contra a discriminação a fortalece sob um novo verniz ideológico.
O apagamento da palavra “mulher” traz riscos profundos, tanto simbólicos quanto práticos. Quando cartazes afirmam que “mulher biológica não existe”, quando datas tradicionais como o Dia das Mães são substituídas por termos genéricos, ou quando figuras públicas reduzem mulheres a “pessoas que gestam”, há uma erosão da identidade feminina. Isso não é apenas uma questão semântica: é um processo de invisibilização que fragiliza a luta histórica das mulheres por reconhecimento, direitos e dignidade.
🔹 Perigos da exclusão da palavra mulher
🔹 Preconceito trans contra mulheres. É importante reconhecer que o debate sobre gênero não pode se transformar em hierarquia de opressões. Quando discursos trans ou pró-trans negam a existência da mulher como categoria, isso se torna uma forma de misoginia reconfigurada.
Em síntese, o perigo está em transformar a mulher em uma categoria secundária ou invisível. A luta por inclusão não pode se dar à custa da exclusão de quem já carrega uma longa história de opressão. O caminho ético é reconhecer identidades diversas sem apagar a palavra mulher, que é central para a justiça social e para a memória coletiva.