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Brasil

As novas infâmias verborrágicas de Lula e Janja

Presidente desrespeita o Rio Grande do Sul pela segunda vez em meio à calamidade climática.

Publicada em 18/05/24 às 05:42h - 740 visualizações

Fábio Souza Tavares


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As novas infâmias verborrágicas de Lula e Janja
 (Foto: EFE/André Borges)

Não é novidade para ninguém que Lula falou mais uma infâmia na última quarta-feira (15.05) quando visitou São Leopoldo/RS desrespeitando, mais uma vez, em pleno estado de calamidade, o povo gaúcho.

Como não bastasse dizer que sua torcida era para o Grêmio e para o Internacional, em vez de dizer que torcia pela superação da crise no Rio Grande do Sul, o mais recente absurdo de Lula foi dizer que "não tinha noção que no Rio Grande do Sul tinha tanta gente negra", acrescentando que Janja lhe explicou que esses negros "são os mais pobres, que moram nos lugares mais arriscados de serem vítimas dessas coisas".

Surpreender-se com a quantidade de negros gaúchos, vindo de um presidente que diz e repete que conhece o Brasil de ponta a ponta como a palma de sua mão. de um presidente apoiado pelos movimentos organizados de consciência negra, é um verdadeiro desatino. Imagine o Bolsonaro dizendo uma coisa dessas. Seria prato cheio para a Globo e o lulopetismo o classificar como nazista apologético do Apartheid. Mas como foi Lula, o patrocinador patrão da emissora do plim-plim, foi uma gafe, um ligeiro deslize. Ou nem isso.

A fala supracitada do presidente vem não só carregada de um preconceito velado e uma ignorância étnica, mas reproduz o discurso surrado identitário da esquerda brasileira que só projeta o negro enquanto cidadão de classe deslocada relegado ao gueto e à miséria estrutural.

Para infelicidade da Nação, a primeira-dama é uma reprodução do marido decaído. Para não deixar o Lula falando absurdo sozinho, Janja se solidarizou ao afirmar que pediria ao marido para intervir nos alojamentos que acolhem as vítimas para que só existissem policiais femininas fazendo o atendimento. Como se o gênero - e não o caráter e a dedicação dos policiais que fazem a segurança desses locais de acolhimento - fosse o preponderante nessa situação. Como se os policiais masculinos fossem potencialmente agentes de assédio e violência sexual.

Janja "esquece" que quem governa o Rio Grande do Sul não é seu marido, mas o tucano Eduardo Leite. Alguém lembre à primeira-dama, por favor. O mesmo Eduardo Leite que também desembarcou na onda infame do casal petista ao afirmar que as doações poderiam prejudicar o comércio gaúcho, ou seja, desencorajando as ações humanitárias para salvar o povo do estado que governa.

Que Lula e Janja falam o que não devem e devem o que não falam, isso já é sabido. Mas que Eduardo queira entrar no mesmo barco furado, isso é ridículo. Até porque barco furado não serve diante das enchentes que assolam o Rio Grande do Sul. Com outra dessa, o tucano também morrerá afogado, pois sabemos que ave molhada não alça voo.




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